A professora Albina de psiquiatria da Unesp, fala sobre a experiência traumática coletiva que estamos vivemos.

Nesse momento paradoxalmente ficarmos longe fisicamente é o melhor jeito de mostramos que nos importamos, mas traumas coletivos devem ser tratados com ações coletivas.

Mais do que nunca precisamos muito um dos outros. Vamos usar todos os recursos tecnológicos a nosso favor, para favorecer nossa proximidade. Estamos todos no mesmo barco e essa luta é de todos nós.

Que no final possamos sair maiores, mais resilientes, mais solidários e mais unidos desse grande desafio coletivo.